“E nessa de cuidar, vou cuidar de mim. De mim,
do meu coração e dessa minha mania de amar demais, de querer demais, de
esperar demais. Dessa minha mania tão boba de amar errado.”
(Caio Fernando Abreu)
“Então você pula, engole muita água, sente dor
no corpo, cai em si, começa a mexer os braços e pensa: ou eu nado ou eu
morro. E você decide viver. Mesmo que pra isso tenha que morrer
nadando…”
(Clarissa Corrêa)
“Uma vez, escutei uma coisa que nunca mais
esqueci: se o que você está fazendo não está dando resultado, talvez o
problema não seja atingir a forma certa, e sim refazer as coisas. Fazer
de novo, de um novo jeito. Se o seu jeito não está funcionando, troque
de jeito até acertar.”
(Clarissa Corrêa)
“O amor, quando acaba, parece que ele nunca
existiu. Você olha pra pessoa e ela vira uma mosca, assim, na sua
frente. Aí você fala “Pô, eu quase me matei por uma porcaria dessa ai.”
Sabe? O nosso amor a gente inventa, você se apaixona por uma imagem, não
pelo o que a pessoa é mesmo.”
(?)
E me dá uma saudade irracional de você. Uma
vontade de chegar perto, de só chegar perto, te olhar sem dizer nada,
talvez recitar livros, quem sabe só olhar estrelas… dizer que te
considero – pode ser por mais um mês, por mais um ano, ou quem sabe por
uma vida – e que hoje, só por hoje ou a partir de hoje (de ontem, de
sempre e de nunca), é sincero.
(Caio Fernando Abreu)
Ultimamente estive pensando como seria se não
tivesse te conhecido,ou tudo seria mais simples ou mais
complicado,talvez até hoje eu não saberia oque é amor e nem
sofrimento,mas minha vida poderia ser mais simples,porém assim eu não
conheceria a dor que da saudade e não teria ódio da distância.
(Mari)